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O medo infantil


O seu pequeno vem demonstrando medo frente as situações do dia à dia!?! Que tal entender melhor os medos deles para auxilia-los nesse processo que além de importante faz parte do desenvolvimento das crianças. Na dose certa, o medo é um grande aliado na nossa vida, porque pode nos alertar de alguns risco que venhamos a correr. Na infância, esse sentimento é uma resposta emocional comum frente a uma situação por vezes nova ou que foge ao controle dos pequenos. A maturação cerebral, a imaginação, as experiências do dia-a-dia, tudo isso podem contribuir e fazer parte do imaginário do medo! Para superarem esses medos a criança precisa se sentir amparada quando esse sentimento vem à tona. Se sentir ouvida e respeitada é fundamental. Veja abaixo quais são os temores mais comuns a cada fase e saiba com ajudar seu filho a lidar com eles:

ATÉ 7 MESES De barulhos inesperados e luzes fortes. - Para ajudar: evite expor a criança a qualquer estímulo intenso. Se não for possível, faça de maneira suave e verifique como ela reage.

DE 7 MESES A 1 ANO E MEIO De pessoas, ambientes e objetos novos; de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos. - Para ajudar: o pai, a mãe ou o cuidador devem estar presentes quando o bebê for exposto a situações novas.

DE 1 ANO E MEIO A 3 ANOS Do escuro, de pessoas com máscaras ou fantasias, de ficar sozinho. - Para ajudar: ao encontrar alguém fantasiado, aproxime-se devagar e mostre que é apenas uma roupa diferente. Se ele não gostar, não force. DE 3 A 5 A

NOS De monstros, fantasmas, da escuridão, de animais, chuva, trovão, de se perder. - Para ajudar: respeite a criança, permitindo que se expresse, e explique que nada lhe acontecerá de mal. Quanto ao medo de se perder, faça-a decorar o nome inteiro e o telefone de casa e a ensine a pedir ajuda. Ela se sentirá mais segura.

A PARTIR DOS 5 ANOS De ser deixado na escola, de bandido, de personagens de terror. - Para ajudar: insegurança melhora com diálogo. Se o medo for de bandido, reforce, por exemplo, a importância de ficar perto de adultos conhecidos. Para a criança se sentir segura, diga que alguém sempre estará cuidando dela na escola.

A PARTIR DOS 6 ANOS Da própria morte e da dos pais, pois já a entende como algo irreversível; de ser criticado. - Para ajudar: se houver perguntas sobre morte, não invente histórias absurdas, diga a verdade de forma delicada. E quanto às críticas: explique que elas nos ajudam a melhorar.

Esses costumam ser os medos mais frequentes das crianças, mas não se preocupe se os medos do seu filho não forem exatamente esses. Devemos nos preocupar quando o medo começa a trazer prejuízos ao desenvolvimento da criança, afetando sono, alimentação, emotividade e desenvolvimento escolar!

Na dúvida sempre procure um profissional para te acolher e ajudar!!!

 
 
 

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©2018 by Lorena Bezerra de Souza

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